terça-feira, 8 de setembro de 2015

A ditadura do politicamente correto e a questão da imigração em massa

Sempre que se fala sobre a atual crise imigratória, aparecem aqueles (minoria, frise-se) desinformados pela mídia politicamente correta dominante rotulando a direita de raivosa e xenofóbica. Isso se dá ou pela falta de percepção da realidade mundial ou pela desinformação. Mas há também quem se utilize de argumentos sabidamente falaciosos para tentar encobrir intencionalmente a realidade dos fatos (Nisso, a esquerda é expert).

Sim, é doloroso e chocante ver o sofrimento de pessoas, especialmente crianças, que são obrigadas a abandonar, de forma desumana, sua pátria, deixando para trás sua história e sua dignidade devido à ânsia diabólica do Estado Islâmico em dominar o mundo. O ocidente tem sua parcela de culpa nisso? Sim, uma vez que suas grandes potências ignoraram o crescente perigo que o extremismo islâmico representava e representa para o mundo. Aliás, como têm feito com o comunismo.

Os EUA, então, deixaram um enorme vácuo quando o esquerdista Obama retirou as tropas do Iraque e do Afeganistão. Deixou o caminho livre para o surgimento, crescimento e fortalecimento do aterrorizante ISIS. Importante destacar que a esquerda mundial tem sido a grande difusora da islamização.

A responsabilidade do ocidente não para por ai, pois uma vez instalado o crescente caos imigratório, toda medida de acolhimento aos refugiados deve ser cautelosa e temporária, até que a situação seja normalizada e essas pessoas voltem ao seu país de origem. E é aí que está a responsabilidade do ocidente: pacificar as áreas de conflito, destruindo os radicais islâmicos e suas células. Ok! Mas e a questão da soberania? Esqueça, esse passou a ser um problema mundial, pois, da mesma forma que esses refugiados têm o direito de viver e criar seus filhos no país de origem e conforme sua cultura, os ocidentais têm o direito de preservar sua cultura e seu espaço.

Mas por que o acolhimento aos refugiados deve ser cauteloso e por que o ocidente deve intervir? 

Há notícias que dão conta de que militantes do Estado Islâmico têm entrado na Europa sob a capa de refugiados. O Jornal britânico Sunday Express noticiou ontem, 7 de setembro de 2015, que mais de 4.000 combatentes do EI já teriam conseguido entrar na Europa. Ao jornal, um agente do Estado Islâmico afirmou: “Nós queremos estabelecer o califado não somente na Síria, mas também no mundo inteiro”.

Temos visto do que eles são capazes e não devemos subestimá-los. Isso seria a destruição dos nossos valores ocidentais. O que nos garante que essa onda de imigração em massa não tenha sido planejada e calculada por esses agentes justamente para infiltrar seus militantes entre os refugiados para iniciar um processo de conflito e dominação do ocidente? Para quem duvida, o tempo dirá.

Sobre isso, o diretor do Instituto russo de Estudos Políticos Aplicados, Grigory Dobromelov disse que, segundo ele, a atual crise migratória na Europa é um fenômeno artificial:

“A situação no Oriente Médio não piorou durante os últimos meses tão radicalmente para que na fronteira com a União Europeia se concentrasse tal número de refugiados. É absolutamente óbvio que esta crise é artificial. É absolutamente óbvio que o problema é exagerado e hipertrofiado. É absolutamente óbvio que atrás disso está uma disposição geopolítica séria”.



O jornal francês Le Monde afirma que a França já cogita atacar grupo Estado Islâmico na Síria. ‘Atualmente, a França restringe sua operação militar ao Iraque, mas a cúpula da Defesa parece cada vez mais convencida de que a ação é inócua se não tiver como alvo o centro das operações jihadistas. Um general ouvido pelo jornal afirma que é a na Síria que o autoproclamado califado "treina seus combatentes, pilota sua propaganda e organiza suas finanças".’ Estariam acordando, enfim?





Nesse contexto, faz-se mister levantar o seguinte questionamento: Por que os imigrantes não são acolhidos por países árabes-mulçumanos, como na Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes, entre outros, países com idioma e cultura totalmente compatíveis com a desses refugiados? Por que a fuga em massa está sendo direcionada para países ocidentais, com valores, língua e cultura totalmente diferentes?


Pois bem, como bem disse Marcus Vinicius Motta: “trata-se de uma espécie de colonização cultural e demográfica” pacífica, pois com o auxílio da “imprensa, de ONGs, da esquerda mundial e o cidadão-médio impressionável, a Europa será dominada pelos muçulmanos sem estes darem um tiro sequer”.



E por que a medida de acolhimento aos refugiados deve ser temporária, devendo estes retornar aos seus países de origem tão logo se consiga a pacificação?
Por uma questão cultural. Sempre haverá um imenso choque cultural causador de conflitos, pois sempre há grupos mais radicais que em vez de tentarem se adaptar aos costumes locais, passam a impor sua cultura, como ocorreu na Suíça, por exemplo, onde exigiram a retirada da cruz da bandeira nacional.


Ah! Mas extremistas são minoria, não podemos generalizar; a maioria de mulçumanos é pacífica, dizem. Sim, mas por que a maioria pacífica se omite? Brigitte Gabriel, em sábia resposta dada à muçulmana Saba Ahmed, que sugeriu que os muçulmanos estavam sendo injustamente generalizados, disse-lhe: na Alemanha Nazista, na China de Mao, na URSS de Stalin, etc., a maioria da população era formada por pessoas pacíficas, mas a maioria pacífica foi irrelevante, os tiranos não deixaram de promover verdadeiros genocídios. Saba era a única representante da “maioria pacífica” e estava mais preocupada com a não generalização do que em apontar soluções.


Pensem na seguinte situação hipotética: um alemão, durante o nazismo, chega para um judeu trancafiado em um campo de concentração e diz: - Nem todos os alemães são maus. Eu, por exemplo, faço parte da maioria pacífica.

So what? Em que isso mudaria a condição sub-humana a qual o judeu fora submetido?
Permitam-me fazer uma analogia: o Brasil é formado por uma maioria pacífica sob o domínio de uma minoria tirânica; a maioria pacífica omissa tem sido irrelevante. Basta observar que 93% dos brasileiros são contra o governo petista, porém nem todos os insatisfeitos saem às ruas para protestar. Não adianta apenas dizer que faz parte da maioria discordante, é preciso tomar uma atitude, afinal, quando os bons se calam, os maus triunfam.

Assim, imperioso destacar uma frase de valor inquestionável atribuída a Martin Luther King, que diz: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Pois bem, o silêncio (omissão) da maioria pacífica muçulmana é irrelevante.

Portanto, meus caros, é cediço que este é um tema extremamente complexo e deve ser tratado com a seriedade que a discussão exige. Não me venham com rótulos fabricados pela ditadura do politicamente correto; tampouco me venham com argumentos “ad misericordiam”. Apontem-me soluções concretas com argumentos sólidos e objetivos.

Como diz o Professor Olavo de Carvalho: “Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira”.

Patrícia 

domingo, 30 de novembro de 2014

Por que a esquerda odeia Chaves?


Pouquíssimos artistas conseguem ser tão amados e respeitados quanto o recém falecido Roberto Gómez Bolaños. Sua morte foi lamentada ao redor do mundo por pessoas das mais variadas idades, classes sociais e credos. A maior de suas criações foi o seriado “El Chavo del Ocho”, “Chaves”, no Brasil. É difícil encontrar quem não tenha se rendido ao talento daquela trupe que sabia fazer rir sem apelações. Mas há quem sinta um profundo ressentimento pelo sucesso do programa. Li alguns textos críticos ao trabalho de Bolaños, a maioria de autores marxistas inconformados pela série não seguir a linha esquerdista de enxergar o mundo. Eis algumas características do programa que os esquerdistas mais fervorosos não engolem:

O criador era conservador
O criador da série nunca escondeu suas convicções políticas. Apoiou candidatos tidos como conservadores no México, entre eles o ex-presidente Vicente Fox, cuja eleição em 2000 tirou o poder das mãos do Partido Revolucionário Institucional após 70 anos de governo. Católico, Bolanõs se uniu a grupos ligados à Igreja contra a legalização do aborto no México em 2007.

O capitalista não era malvado
Se há uma figura no seriado que pode ser associada ao sistema capitalista é o senhor Barriga. Homem bem nutrido, era o dono da vila, cobrava aluguel e tinha um padrão de vida muito superior ao de seus inquilinos. Seguindo o antigo clichê marxista, tal personagem deveria ser retratado como um tipo desalmado que oprime os mais humildes tentando saciar sua cobiça. Mas na realidade o velho Barriga era um homem de coração mole. Recebido com pancadas por Chaves quando chegava na vila, nunca levantou a mão para o garoto. Nas datas festivas trazia presentes para crianças e adultos. Numa ocasião em que todos da vila haviam viajado para o litoral, Barriga sensibilizou-se ao ver Chaves sozinho e levou-o para conhecer as praias de Acapulco. O ápice da simplicidade acontece quando o rechonchudo hospeda os inquilinos em sua própria casa quando a vila passava por reformas. Retratar um homem de negócios de forma tão humana, é algo que a turma canhota jamais perdoará.

O menino pobre preferiu o trabalho à vitimização
Todos conhecem aquela absurda teoria difundida por sociólogos de esquerda de que as pessoas cometem crimes porque são pobres. Bem, com Chaves não foi bem assim. Apesar da má sorte, o garoto sempre procurou batalhar para sobreviver. Além de frequentar a escola, Chaves vendia latas e garrafas vazias, jornais e refrescos. Um pequeno órfão que prefere empreender ao invés de roubar ou esperar por benefícios estatais, é um personagem difícil de ser digerido por um esquerdista.

Personagens não seguem a cartilha feminista
Feministas tendem a tratar as mulheres como oprimidas por uma sociedade machista e patriarcal. Para elas é inaceitável que uma mulher prefira ser uma dona-de-casa que ama seu filho ao invés de uma vadia (como elas mesmas se intitulam). Veja, por exemplo, o que a jornalista Sylvia Colombo escreveu na Folha de São Paulo sobre a série: “(...) Os roteiros eram estúpidos, os textos, fraquíssimos, as piadas, preconceituosas e machistas _basta ver como são retratadas as mulheres no programa. Temos a menina histérica de vestido curto, a mulher mandona cheia de bobs no cabelo, ou uma mais velha, que sem rodeios é chamada de “bruxa”. Sem contar o modelo masculino (seu Madruga), um sujeito folgadão, desbocado e autoritário, a homofobia implícita de seu discurso e suas atitudes. (...)”

Com base nisso, podemos analisar algumas personagens:

Dona Florinda – Dona-de-casa e viúva. Vive com o dinheiro da pensão deixada pelo falecido marido. É mãe superprotetora que adora mimar seu único filho, Quico. Apesar de não ser má pessoa, Florinda agride constantemente seu vizinho Madruga. O homem franzino recebe as bofetadas servilmente, jamais se atrevendo a levantar a mão para sua agressora. Na maioria das vezes ele apanha injustamente.

Chiquinha – Apesar da pouca idade, é uma menina muito esperta. Para obter algo que deseja, mente e manipula seu pai e amigos se for preciso. Muitas vezes se aproveita da ingenuidade de Quico e Chaves para pregar-lhes peças.

Dona Clotilde – Uma solteirona com idade avançada. Talvez por não ser muito bonita, é constantemente chamada de bruxa pelas crianças da vila (muitas feministas devem ter se identificado). É apaixonada por Madruga, mas não é correspondida. Vive só, mas nunca desiste de conquistar o homem que ama.

Bem, uma dona-de-casa e boa mãe, que não tem nada de oprimida. Uma menina que manipula as pessoas. E uma mulher chamada de bruxa que tenta conquistar um homem tido como machista. Está explicado por as feministas vão à loucura com o programa.

Os personagens reforçam a “moral burguesa”
Uma das características mais marcantes da série são os valores e princípios morais que os personagens acreditam. Seu Madruga ensina frases profundas às crianças. Entre as mais emblemáticas estão: “A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena”, “As pessoas boas devem amar seus inimigos” e “Dar acostuma as pessoas à vadiagem”. No episódio em que comemoravam o aniversário de Quico, dona Florinda ensina o filho a compartilhar suas coisas com os amigos. Após a comemoração, Chaves aparece sentado ao lado de seu Madruga dividindo os sanduíches que trouxe da festa. O velho não tendo muito o que compartilhar, divide um copo de refresco com o menino. São pequenos gestos que reforçam o senso de moralidade em quem assiste. Obviamente os relativistas não recebem esses ensinamentos muito bem.

A exaltação da fé cristã
Há momentos que deixam transparecer a religiosidade de Bolaños. Por exemplo, fica claro em alguns episódios que Chaves é um menino católico. Certa vez, depois de acertar mais uma golpe no senhor Barriga, o velho pergunta: “Quando é que eu vou chegar nessa vila sem que você me receba com pancadas?” Chaves responde: “No domingo quando eu tô na missa”. Em outra ocasião Chaves é acusado injustamente de roubo. Mais tarde, quando as coisas já estavam resolvidas, ele conta aos amigos que esteve numa igreja para se confessar com um padre.

Em alguns episódios Chaves canta canções de cunho religioso. Eis alguns trechos:

Queria ter sido um pastor
Daqueles que na noite bela
Chegaram para ver Jesus
Seguindo a luz, de uma estrela.”

E também:

“Triste de verdade
É perder uma amizade
Mas sabe na tristeza
Chame Jesus
Porque ele não deixa
Sem resposta qualquer queixa
Não há quem seja como Jesus.”

Embora existam idiotas úteis que acham possível ser cristão e esquerdista ao mesmo tempo, sabemos que partidos de esquerda pretendem erradicar a religião, que eles chamam de “ópio do povo”. Aqueles da linha gramsciana nutrem um ódio especial pela Igreja Católica, que consideram o maior dos obstáculos à revolução. Logo, esse lado cristão de Chaves não agrada àqueles que pretendem destruir o Cristianismo.

Não é politicamente-correto
Na época em que o seriado era gravado, não havia toda essa frescura politicamente-correta de hoje. Coisas que seriam imprensáveis em programas de hoje, nós vemos em Chaves. Por exemplo: o professor Girafales fumava charuto quase o tempo todo, mesmo em sala de aula. O mesmo professor flertava com a mãe de um de seus alunos. O que hoje se chama de bullying, era rotina entre os moradores da vila. Eles caçoavam do gordo dentuço, da menina baixinha, do garoto bochechudo e do menino faminto e sujo. Todos ficavam bravos mas sempre perdoavam as “ofensas”. Certa vez, seu Madruga imaginando estar sozinho, começa a imitar dona Florinda para abrandar a raiva que sentia no momento. Chaves observando a cena diz: “rebolando desse jeito nem parece homem”. Impensável hoje em dia, não é mesmo?

Como o politicamente-correto nasceu com os ideólogos esquerdistas da Escola de Frankfurt. Não seguir essa cartilha é mais uma característica da série que não agrada os “canhotos”.

Esses foram alguns pontos do trabalho de Bolaños que causam repugnância nas esquerdas. É claro que os menos ortodoxos ignoram tudo isso em nome do bom humor. O que é uma atitude muito sensata, afinal, estamos apenas tratando da obra de um grande artista. Algo que todos podem usufruir independentemente da ideologia.

Ainda há muito conteúdo que poderia ser acrescentado a este texto, mas já me prolonguei demais. Encerro agradecendo a Roberto Bolaños pelas risadas que me proporcionou. Tenho certeza que muitas gerações ainda hão de rir e se emocionar com o “moleque do oito”. Parafraseando nosso querido chavinho: Bolaños morreu mas não perdeu a vida.

Por: Alex S. Arruda






sábado, 2 de agosto de 2014

Candidatos de direita nas eleições 2014

Você é direitista e está com dificuldades em achar candidatos decentes para votar? Pois bem, é para você que fizemos esta pesquisa. Abaixo alguns candidatos que encontramos, até agora, divididos por seus respectivos estados:

São Paulo

CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL

Nome: Eduardo Bolsonaro
Partido: PSC
Número: 2070
Página no Facebook: https://www.facebook.com/bolsonaro.enb

Nome: Roberval Conte Lopes
Partido: PTB
Número: 1438
Página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Roberval-Conte-Lopes/318340278251055

Nome: Hermes Rodrigues Nery
Partido: PHS
Número: 3155
Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/hermes.rodriguesnery

Nome: Pastor Marco Feliciano
Partido: PSC
Número: 2010
Página no Facebook: https://www.facebook.com/PastorMarcoFeliciano
Site: marcofeliciano2010.com.br

Nome: Denise Abreu
Partido: PEN
Número: 5120
Página no Facebook: https://www.facebook.com/deniseabreu.br

CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL

Nome: Coronel Telhada
Partido: PSDB
Número: 45.190
Página no Facebook:  https://www.facebook.com/CoronelTelhada/info
E-mail: contato@coroneltelhada.com.br

Nome: Evandro Sinotti
Partido: PMDB
Número: 15.444
Página no Facebook:  https://www.facebook.com/EvandroSinotti15.444

Nome: Paulo Batista
Partido: PRP
Número: 44.777
Página no Facebook: https://www.facebook.com/PauloBatista44777

Nome: Kleyton José Conservador
Partido: PTC
Número: 36.777
Página no Facebook: https://www.facebook.com/kleytonjoseconservador2014

Rio de Janeiro

CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL

Nome: Jair Messias Bolsonaro
Partido: PP
Número: 1120
Página no Facebook: https://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro
Site: www.bolsonaro.com.br/
Canal no You Tube:  https://www.youtube.com/channel/UC8hGUtfEgvvnp6IaHSAg1OQ

Nome: Rodrigo Mezzomo
Partido: PSDB
Número: 4505
Perfil no Faceboook: https://www.facebook.com/rodrigo.mezzomo

Nome: Carlos Dias
Partido: PSD
Número: 5588
Página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Carlos-Dias-5588/267622286763853

CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL

Nome: Flávio Bolsonaro
Partido: PP
Número: 11.120
Página no Facebook: https://www.facebook.com/deputadoflaviobolsonaro

Minas Gerais

CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL

Nome: General Marco Felício
Partido: DEM
Número: 2560
Página no Facebook: https://www.facebook.com/amigosdogeneral

Nome: Ítalo Castelo Branco
Partido: DEM
Número: 2545
Perfil no Facebook:  https://www.facebook.com/italocastelobranco

Nome: Alexandre Lima
Partido: PSL
Número: 1744
Página no Facebook: https://www.facebook.com/alexandrelimabr
Canal no You Tube: https://www.youtube.com/user/AlexandreLimaBR

Nome: Adrian Paz
Partido: PT do B
Número: 7072
Página no Facebook:  https://www.facebook.com/adrianpazoficial

CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL

Nome: Clodomildo Pereira De Souza (Mil dos Correios)
Partido: DEM
Número: 25.800
Página no Facebook: https://www.facebook.com/mildoscorreios

Rio Grande do Sul

CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL

Nome: Onyx Lorenzoni
Partido: DEM
Número: 2522
Página no Facebook: https://www.facebook.com/onyx.lorenzoni

CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL
Nome: Marcel van Hattem
Partido: PP
Número: 11022
Página no Facebook:  https://www.facebook.com/marcel11022

Distrito Federal

CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL:

Nome: Francisco Lúcio
Partido: PR
Número: 2277
Página no Facebook: https://www.facebook.com/franciscolucio2277
Site: www.franciscolucio2277.com.br/

Nome: Paulo Fernando
Partido: PSDB
Número: 4555
Página no Facebook: https://www.facebook.com/paulofernandoprovida

CANDIDATOS A DEPUTADO DISTRITAL:

Nome: Adolfo Sachsida
Partido: DEM
Número: 25.444
Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/adolfo.sachsida
Canal no You Tube: https://www.youtube.com/channel/UCdivG5uywW1-UHNG5NGpExQ

Paraná

CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

Nome: Paulo Eduardo Martins
Partido: PSC
Número: 2020
Página no Facebook: https://www.facebook.com/PauloEduardoOficial

Nome: Sargento Fahur
Partido: PSDC
Número: 2790
Página no Facebook: https://www.facebook.com/SargentoFahur

Nome: Delegado Gastão
Partido: PR
Número: 2233
Página no Facebook: https://www.facebook.com/delegadogastao

Nome: Delegado Francischini
Partido: SD
Número: 7777
Página no Facebook: https://www.facebook.com/FernandoFrancischiniBR

Ceará

CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

Nome: Fernandes Filho
Partido: DEM
Número: 2580
Perfil no Facebook:  https://www.facebook.com/fernandes.filho.79

Goiás

CANDIDATOS A SENADOR

Nome: Ronaldo Caiado
Partido: DEM
Número: 251
Página no Facebook: https://www.facebook.com/ronaldocaiado25

CANDIDATOS A DEPUTADO FEDERAL

Nome: Thiago Matias
Partido: DEM
Número: 2512
Página no Facebook: https://www.facebook.com/depthiagomatias2512

Pará

CANDIDATOS A DEPUTADO ESTADUAL

Nome: Major Rondon
Partido: PP
Número: 11.007
Página no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Major-Rondon/232091053651350

Santa Catarina

Nome: Rogério Peninha Mendonça
Partido: PMDB
Número: 1510
Página no Facebook: https://www.facebook.com/deputadopeninha

PS. Esses são os nomes que conseguimos encontrar até agora. Pedimos que nos ajudem deixando sugestões nos comentários.



sexta-feira, 14 de março de 2014

Guerra cultural: o que posso fazer?

Estamos em guerra pela quebra da supremacia esquerdista nos mais diversos âmbitos da cultura brasileira. Quem está engajado nessa batalha, já está a par de todos os êxitos que obtivemos nos últimos tempos. Para citar somente alguns exemplos: dominamos o mercado editorial no quesito não-ficção. Autores como Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Lobão, Marco Antônio Villa e Romeu Tuma Jr. venderam livros como água. Na televisão, jornalistas contrários a ideais de esquerda como: Rachel Sheherazade, Paulo Eduardo Martins e Luiz Carlos Prates conquistaram seu espaço.  Ainda na TV, mas agora no campo do entretenimento, Danilo Gentili acaba de ganhar um programa novinho no SBT e está fazendo muito sucesso. Mas como nós, cidadãos comuns, podemos agir nessa guerra?

Em primeiro lugar, acho que o caro leitor precisa identificar suas principais habilidades e utilizá-las em prol da causa. Escreve bem? Escreva textos informativos sobre a situação política. Desmascare as mentiras esquerdistas uma a uma.  Compartilhe os textos que escrever nas redes sociais (páginas e grupos de debates no Facebook são excelentes meios de divulgação). Desenha bem? Faça charges que ridicularizem as contradições e mentiras da esquerda. Você é músico? Componha e grave canções de viés anti-esquerdista (um exemplo bacana a ser seguido é Luiz Trevisani, que gravou marchinhas de carnaval que tiram sarro do marxismo e seus adeptos). Sabe trabalhar com softwares de edição de imagem? Crie montagens e distribua para os administradores de páginas no Facebook. Uma imagem bem feita pode ganhar muitos compartilhamentos. Tem desenvoltura diante de uma câmera e boa oratória? Grave vídeos com suas opiniões e poste no You Yube. Enfim, seja qual for o seu talento, utilize-o para propagar boas ideias.

Outra atitude interessante seria financiar institutos, ONGs e sites que lutam, dia após dia, contra o autoritarismo da esquerda. Se você é empresário, separe uma parte do seu lucro para esse fim. Acredite, não é gasto, é investimento. Mais quatro anos de PT ou qualquer outro partido de extrema-esquerda, não será nada favorável aos seus negócios (independentemente do tamanho da sua empresa). Se você não é empresário, mas tem um dinheirinho sobrando às vezes, também vale a pena investir naqueles que difundem boas ideias. Exemplos de algumas iniciativas que merecem o seu investimento: InstitutoLiberal, Instituto Millenium, Instituto Ludwig von Mises Brasil, Instituto Plínio Corrêa de OliveiraMovimento VivaBrasil e o site Mídia Sem Máscara. Essas são apenas algumas sugestões. Existem várias outras instituições defensoras da liberdade necessitando de apoio financeiro.

As formas de atuação nessa batalha cultural são muitas. O que você, prezado leitor, não pode fazer, é ficar esperando que os outros façam todo o trabalho “sujo” por você. Não seja uma daquelas pessoas que o blogueiro Luciano Ayan, sabiamente, intitulou: “direitistas depressivos”. Aqueles que ficam de braços cruzados murmurando que está tudo perdido. Apresente as ideias e valores da direita para seus amigos e familiares. Empreste livros, compartilhe textos e vídeos pelas redes sociais. Quando ver um comentário embusteiro de esquerdistas na internet, responda-o. Não digo responder para tentar convencê-lo de que está errado, pois isso seria inútil, mas para esclarecer os leigos e neutros que lerão o debate posteriormente.  Será impossível colher resultados positivos sem trabalho. Portanto: mãos à obra!

Alex S. Arruda

sábado, 1 de março de 2014

Não fiquemos reféns do Facebook

Todos somos testemunhas do quanto páginas e pessoas de direita estão sendo perseguidas no Facebook. A divertidíssima “Bolsonaro Zuero” foi deletada diversas vezes graças às denúncias em massa. Recentemente, duas grandes páginas tombaram na mesma semana: “O Pesadelo dos Políticos” e ” Meu Professor de História Mentiu pra Mim”. E para fechar o mês de fevereiro, outra enorme perda: o perfil do professor Olavo de Carvalho foi bloqueado devido à ação de hackers.

Toda essa perseguição não se restringe ao Facebook, mas tem se mostrado muito mais efetiva em tal rede social. As páginas são muito vulneráveis, basta um grupo organizado se juntar para denunciar em massa e voilá: meses de trabalho duro se vão por água abaixo. Nós temos mais conhecimento, argumentos, alcance e honestidade. Porém, pecamos num quesito que os esquerdistas são mestres: organização.

O que gostaria de propor às pessoas de direita, é que ocupem espaço em outras redes sociais. No ano passado, conquistamos certa soberania no Facebook, mas apanhamos feio no Twitter, por exemplo. Se você possui uma página, não dependa unicamente do Facebook. Crie também um blog, uma conta no Twitter, Google + etc. Vai requerer um pouco mais do seu tempo, mas, no final, valerá muito a pena.

Àqueles que não administram nenhuma página no Facebook, blog ou coisa do tipo, gostaria de pedir para que iniciemos a ocupação pelo Twitter. É uma rede social muito poderosa atualmente e que nós pouco exploramos. Se você já possui uma conta convença seus amigos conservadores ou liberais que ainda não têm, a criarem uma. Se você ainda não possui, crie uma agora e também peça para seus correligionários fazerem o mesmo. É com esse trabalho de “formiguinha” que conseguiremos derrotar o degenerado MAVPT.

                                                                                                                           Alex S. Arruda

Documentário: A História Soviética

Documentário essencial para conhecer os horrores praticados pelos comunistas da URSS. Nesse filme, você conhecerá o Holodomor(genocídio do povo ucraniano), o massacre de Katyn e a colaboração da polícia secreta soviética(NKVD) com a Gestapo de Hitler. A abordagem da relação entre os regimes soviético e nazista é um dos pontos mais interessantes do filme. Em The Soviet Story, podemos acompanhar várias entrevistas com historiadores ocidentais e russos, sobreviventes do sanguinário regime comunista, membros do Parlamento Europeu e um depoimento do dissidente soviético Vladimir Bukovsky. Vale a pena conferir essa grande obra!

Alex S. Arruda