terça-feira, 8 de setembro de 2015

A ditadura do politicamente correto e a questão da imigração em massa

Sempre que se fala sobre a atual crise imigratória, aparecem aqueles (minoria, frise-se) desinformados pela mídia politicamente correta dominante rotulando a direita de raivosa e xenofóbica. Isso se dá ou pela falta de percepção da realidade mundial ou pela desinformação. Mas há também quem se utilize de argumentos sabidamente falaciosos para tentar encobrir intencionalmente a realidade dos fatos (Nisso, a esquerda é expert).

Sim, é doloroso e chocante ver o sofrimento de pessoas, especialmente crianças, que são obrigadas a abandonar, de forma desumana, sua pátria, deixando para trás sua história e sua dignidade devido à ânsia diabólica do Estado Islâmico em dominar o mundo. O ocidente tem sua parcela de culpa nisso? Sim, uma vez que suas grandes potências ignoraram o crescente perigo que o extremismo islâmico representava e representa para o mundo. Aliás, como têm feito com o comunismo.

Os EUA, então, deixaram um enorme vácuo quando o esquerdista Obama retirou as tropas do Iraque e do Afeganistão. Deixou o caminho livre para o surgimento, crescimento e fortalecimento do aterrorizante ISIS. Importante destacar que a esquerda mundial tem sido a grande difusora da islamização.

A responsabilidade do ocidente não para por ai, pois uma vez instalado o crescente caos imigratório, toda medida de acolhimento aos refugiados deve ser cautelosa e temporária, até que a situação seja normalizada e essas pessoas voltem ao seu país de origem. E é aí que está a responsabilidade do ocidente: pacificar as áreas de conflito, destruindo os radicais islâmicos e suas células. Ok! Mas e a questão da soberania? Esqueça, esse passou a ser um problema mundial, pois, da mesma forma que esses refugiados têm o direito de viver e criar seus filhos no país de origem e conforme sua cultura, os ocidentais têm o direito de preservar sua cultura e seu espaço.

Mas por que o acolhimento aos refugiados deve ser cauteloso e por que o ocidente deve intervir? 

Há notícias que dão conta de que militantes do Estado Islâmico têm entrado na Europa sob a capa de refugiados. O Jornal britânico Sunday Express noticiou ontem, 7 de setembro de 2015, que mais de 4.000 combatentes do EI já teriam conseguido entrar na Europa. Ao jornal, um agente do Estado Islâmico afirmou: “Nós queremos estabelecer o califado não somente na Síria, mas também no mundo inteiro”.

Temos visto do que eles são capazes e não devemos subestimá-los. Isso seria a destruição dos nossos valores ocidentais. O que nos garante que essa onda de imigração em massa não tenha sido planejada e calculada por esses agentes justamente para infiltrar seus militantes entre os refugiados para iniciar um processo de conflito e dominação do ocidente? Para quem duvida, o tempo dirá.

Sobre isso, o diretor do Instituto russo de Estudos Políticos Aplicados, Grigory Dobromelov disse que, segundo ele, a atual crise migratória na Europa é um fenômeno artificial:

“A situação no Oriente Médio não piorou durante os últimos meses tão radicalmente para que na fronteira com a União Europeia se concentrasse tal número de refugiados. É absolutamente óbvio que esta crise é artificial. É absolutamente óbvio que o problema é exagerado e hipertrofiado. É absolutamente óbvio que atrás disso está uma disposição geopolítica séria”.



O jornal francês Le Monde afirma que a França já cogita atacar grupo Estado Islâmico na Síria. ‘Atualmente, a França restringe sua operação militar ao Iraque, mas a cúpula da Defesa parece cada vez mais convencida de que a ação é inócua se não tiver como alvo o centro das operações jihadistas. Um general ouvido pelo jornal afirma que é a na Síria que o autoproclamado califado "treina seus combatentes, pilota sua propaganda e organiza suas finanças".’ Estariam acordando, enfim?





Nesse contexto, faz-se mister levantar o seguinte questionamento: Por que os imigrantes não são acolhidos por países árabes-mulçumanos, como na Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes, entre outros, países com idioma e cultura totalmente compatíveis com a desses refugiados? Por que a fuga em massa está sendo direcionada para países ocidentais, com valores, língua e cultura totalmente diferentes?


Pois bem, como bem disse Marcus Vinicius Motta: “trata-se de uma espécie de colonização cultural e demográfica” pacífica, pois com o auxílio da “imprensa, de ONGs, da esquerda mundial e o cidadão-médio impressionável, a Europa será dominada pelos muçulmanos sem estes darem um tiro sequer”.



E por que a medida de acolhimento aos refugiados deve ser temporária, devendo estes retornar aos seus países de origem tão logo se consiga a pacificação?
Por uma questão cultural. Sempre haverá um imenso choque cultural causador de conflitos, pois sempre há grupos mais radicais que em vez de tentarem se adaptar aos costumes locais, passam a impor sua cultura, como ocorreu na Suíça, por exemplo, onde exigiram a retirada da cruz da bandeira nacional.


Ah! Mas extremistas são minoria, não podemos generalizar; a maioria de mulçumanos é pacífica, dizem. Sim, mas por que a maioria pacífica se omite? Brigitte Gabriel, em sábia resposta dada à muçulmana Saba Ahmed, que sugeriu que os muçulmanos estavam sendo injustamente generalizados, disse-lhe: na Alemanha Nazista, na China de Mao, na URSS de Stalin, etc., a maioria da população era formada por pessoas pacíficas, mas a maioria pacífica foi irrelevante, os tiranos não deixaram de promover verdadeiros genocídios. Saba era a única representante da “maioria pacífica” e estava mais preocupada com a não generalização do que em apontar soluções.


Pensem na seguinte situação hipotética: um alemão, durante o nazismo, chega para um judeu trancafiado em um campo de concentração e diz: - Nem todos os alemães são maus. Eu, por exemplo, faço parte da maioria pacífica.

So what? Em que isso mudaria a condição sub-humana a qual o judeu fora submetido?
Permitam-me fazer uma analogia: o Brasil é formado por uma maioria pacífica sob o domínio de uma minoria tirânica; a maioria pacífica omissa tem sido irrelevante. Basta observar que 93% dos brasileiros são contra o governo petista, porém nem todos os insatisfeitos saem às ruas para protestar. Não adianta apenas dizer que faz parte da maioria discordante, é preciso tomar uma atitude, afinal, quando os bons se calam, os maus triunfam.

Assim, imperioso destacar uma frase de valor inquestionável atribuída a Martin Luther King, que diz: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Pois bem, o silêncio (omissão) da maioria pacífica muçulmana é irrelevante.

Portanto, meus caros, é cediço que este é um tema extremamente complexo e deve ser tratado com a seriedade que a discussão exige. Não me venham com rótulos fabricados pela ditadura do politicamente correto; tampouco me venham com argumentos “ad misericordiam”. Apontem-me soluções concretas com argumentos sólidos e objetivos.

Como diz o Professor Olavo de Carvalho: “Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira”.

Patrícia 

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